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de sucesso no mundo do samba

Candaes-ImagemA rainha Amanirenas reuniu suas tropas.

Se encruzilhou através da primeira catarata da região onde estavam os invasores de sua sagrada terra.

Ficou na cima de dois elefantes em um trono especialmente feito para ela.

Amanirenas esperou pela movimentação do grego e de seus exércitos.

Ele era o maior conquistador da Antiga Idade, suas tropas invencíveis.

Mas Alexandre, o Grande, não queria arriscar uma grande perda nem desistir de sua série de vitórias pelo mundo antigo.

Mas temia enfrentar a rainha negra com seus elefantes e exércitos. Neste sentido, Alexandre, retrocedeu. Deu ordem para seus exércitos retornarem para o Egito.

A Rainha Amanirenas, uma Candace, então, comemorou seu feito, fez o maior exército do mundo da época retroceder.

Esse episódio não faz parte da história oficial, mas ele é sempre utilizado pelas escolas negras norte-americanas, quando recuperam a história da África.

No reino de Kush ou Cusi (como a Etiópia era chamada por historiadores clássicos), entre o III século A.C. e II século D.C., particularmente durante o período Meroe, as mulheres desempenharam um papel de destaque nos assuntos do Estado, ocupando posições de poder e prestígio.

A consequência natural disso foi o desenvolvimento de uma linhagem de rainhas meroe, que, acabaram entrando para a histórica africana como mulheres poderosas, sábias e guerreiras, e sendo administradoras do reinado daquele país.

Ao contrário das antigas rainhas do Egito, cujos poderes derivavam dos maridos, chamados de faraós, as rainhas da Etiópia eram governantes independentes, na medida em que os Meroe nunca tiveram um rei clássico, de acordo com alguns autores norte-americanos.

Quatro destas rainhas etíopes se tornaram conhecidas como Candaces, uma corruptela da palavra Kentake.

A palavra é uma transcrição do ktke Meroitic, que significa "rainha-mãe".

A rainha-mãe desempenhou duas funções importantes na Etiópia antiga, ou seja, garantiu sua linha de sucessória e também consolidou seu poder entre os súditos.

O que pouco se sabe sobre as Candaces foi aprendido, principalmente, a partir de fontes romanas e, mais recentemente, de escavações, iconografia e inscrições em monumentos de antigos territórios etíopes.

Escritores clássicos atestaram a força e liderança das Candaces.

Elas aparecem repetidamente nos escritos de autores clássicos.

São citadas também na Bíblia.

É como o fato narrado mais atrás envolvendo Alexandre, o Grande, que tentou conquistar a Etiópia, sob comando de uma rainha de Meroe.

Diz a lenda que ela não iria deixá-lo entrar mesmo na Etiópia.

Outras informações sobre este episódio histórico:

Dizem que ela avisou-o para não menosprezá-la, porque, elas, as Candaces, um titulo de rainha passada pelas ancestrais, eram diferentes das mulheres que ele tinha encontrado pela vida, pois, "somos mais brancas e brilhantes em nossas almas do que o branco de você."

Sabemos que, por um período de 1.250 anos (que termina em 350 dC), o reino de Kush das Candaces floresceu como uma civilização única, e que, o título de Candace existiria há mais de 500 anos.

Os historiadores no mundo greco-romano acreditavam que os etíopes foram os primeiros seres humanos na terra.

Em seus primeiros dias, a Etiópia também abraçou regiões a leste do Mar Vermelho, e incluiu alguns dos territórios representados hoje pela Arábia Saudita e Iêmen.

Em geral, os etíopes eram chamados na Bíblia de “povo do rosto queimado”.

Historiadores sugerem que a Etiópia é mais velha nação que o Egito faraônico.

Em Axum, cidade etíope, o obelisco tem 37,5 metros de altura.

É mais alto do que o maior obelisco egípcio.

Os sabeus, no Iêmen e na Arábia, foram as extensões do sabeus na Etiópia. O Sul da Arábia fazia parte do reino de Axum, da antiga Etiópia.

Neste sentido, o que sabemos é que as rainhas etíopes foram edificadas para alta estima, ou seja, o cidadão comum nem podia sequer tocá-las, nem poderia mesmo se referir a elas tradicionalmente.

Isso deixou as Candaces em posição de poder/prestígio em relação ao masculino e a população em geral da época.

Na verdade, nos textos antigos, conta-se que essas mulheres foram consideradas esposas dos deuses ou o Deus vivo, porque os Reis que eram filhos dessas mulheres, foram pensados como filhos do Deus Amon.

Então, a mãe do governante era o poder.

Por outro lado, essas rainhas eram estrategistas militares inteligentes, mulheres guerreiras. Todas as rainhas eram fortes, tinha grande estatura, e sempre vestidas em melhores trajes.

Estas mulheres foram fortemente respeitadas e reverenciadas em sua terra e em todo o mundo antigo.

Assim, cada rainha da Etiópia para esse período foi chamada de Imperatriz Candace ou Imperatriz Kandake.

A Rainha, de 332 A.C., por exemplo.

Seu nome verdadeiro era Amanirenas.

Depois de uma batalha com o exército romano que invadiu a cidade de Meroe, ela perdeu um olho. Isso não a impediu, por qualquer meio, de lutar ao lado de seu povo para a expulsão dos invasores.


Existe uma lenda: nunca na contemponeidade, a Etiópia foi colonizada por qualquer país da Europa ao contrário de outros países africanos.

A Itália tentou, em menos de sua uma semana, saiu do país.

A Organização dos Países Africanos foi criada há 50 anos na Etiópia.

Todos os grandes congressos afros internacionais são realizados lá...

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